Archive | outubro, 2012

O ESTRUTURALISMO FRANCÊS E A SUBVERSÃO DO INDIVIDUO ATRAVÉS DA OBSESSÃO MUSICAL, PSICOLÓGICA E TOXICOLÓGICA

d. CURZIO NITOGLIA

8 de jun­ho de 2011

[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

http://www.doncurzionitoglia.com/strutturalismo_francese.htm

 

O estru­tu­ral­is­mo é “o cer­ti­fi­ca­do de morte da alma”(Michel Focault).

Existe mui­ta lóg­i­ca nes­ta lou­cu­ra” (Ham­let, W.Shakespeare).

 

Proêmio

  • O marx­is­mo em crise depois da falên­cia da rev­olução stal­in­ista, que não con­seguiu expor­tar o comu­nis­mo para o mun­do inteiro, bus­cou (dos anos Trin­ta ao Sessen­ta e oito) uma out­ra via, para levar a rev­olução na parte do mun­do, ain­da não marx­iza­da  e con­seguiu. Esta nova via con­siste em sub­sti­tuir o pro­le­tari­a­do e a luta de class­es com a cor­rupção int­elec­tu­al e éti­ca do indi­vid­uo, e mes­mo com a destru­ição da real­i­dade lev­a­da adi­ante pela classe estu­dan­til, embria­ga­da de doutri­nas irra­cionais, ilóg­i­cas e niilis­tas, as quais con­duzem ao suicí­dio do indi­vid­uo, a des­ti­tu­ição da moral nat­ur­al e a ten­ta­ti­va de “matar” o próprio Ser sub­sis­tente através do enti-cídio ou a destru­ição do ser par­tic­i­pa­do, fini­to e criat­ur­al.
  • Já falam­os difusa­mente da Esco­la de Frank­furt e ape­nas en pas­sant do Estru­tu­ral­is­mo francês. Ago­ra nos propo­mos a tratar mais detal­hada­mente des­ta segun­da esco­la de pen­sa­men­to, estu­dan­do a vida e as obras dos seus maiores rep­re­sen­tantes e a dout­ri­na que nasceu de suas mente doentes para con­ta­giar a juven­tude estu­dan­til, arru­inar o indi­vid­uo, a família e sub­vert­er a Sociedade e a Igre­ja com a táti­ca da mão esten­di­da ou do diál­o­go entre o comu­nis­mo de face humana e o cris­tian­is­mo (Garaudy, Bloch e Rodano).

Músi­ca e rev­olução

  • O estru­tu­ral­is­mo (J. Lacan), como na Esco­la de Frank­furt (T. W. Adorno), estu­dou tam­bém a músi­ca como ele­men­to destru­ti­vo e dis­sol­vente da har­mô­nia e do equi­líbrio humano (sen­si­bil­i­dade sub­meti­da ao int­elec­to e a von­tade). Aristóte­les escreve que “mentes per­ver­sas lev­am a esti­los musi­cais retor­ci­dos” (Políti­ca, VI). O estru­tu­ral­is­mo e espe­cial­mente Adorno o enten­der­am muito bem e revog­a­ram a ver­dade aris­totéli­ca: “a músi­ca retor­ci­da per­verte a mente e a alma do homem”. Por isso se tem tra­bal­ha­do para destru­ir e sub­vert­er a Sociedade Civ­il, a família e o indi­vid­uo des­de a pro­fun­di­dade da sua alma através de uma músi­ca sel­vagem. Infe­liz­mente com a “Refor­ma litúr­gi­ca” de Paulo VI em 1970 esta dis­sonân­cia musi­cal (e não ape­nas ela) entrou tam­bém nas igre­jas e per­ver­teu a mente e a Fé dos cristãos. Os estru­tu­ral­is­tas e Adorno partem de Richard Wag­n­er e Schön­berg, com o qual ini­cial o pre­domínio das vari­ações, dis­sonân­cias, sobreposição dos temas, para chegar a músi­ca leve ou pop mod­er­na, que é a rad­i­cal­iza­ção da desar­mo­nia  para dese­qui­li­brar e dese­d­u­car através da audição a mente das novas jovens ger­ações [1]. Os autores estu­da­dos são Richard Wag­n­er (+1883), Arnol Schön­berg (+1951) e Elvis Pres­ley (+1977), do qual nasceu a rev­olução musi­cal que nos anos Sessen­ta arru­inou mil­hões de jovens, jun­to a dro­ga e ao álcool.

  Con­tin­uar lendo →

Powered by WordPress. Designed by WooThemes

Seguir

Obtenha todo novo post entregue na caixa de entrada do seu email.

Junte-se a outros seguidores