Archive | janeiro, 2013

Acordo “Discreto, mas não secreto”

 

Dois níveis de encon­tro:

O diál­o­go “diplomáti­co” e aque­le “doutri­nal”

 

Don Curzio Nitoglia

[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

Con­vite à leitu­ra

 

Em dezem­bro de 2011 foi pub­li­ca­do um livro muito inter­es­sante, escrito pelo Rev­eren­do Padre Michel Lelong (licen­ci­a­do em lín­gua e lit­er­atu­ra árabe, lau­rea­do em letras, pro­fes­sor eméri­to no Insti­tu­to das Ciên­cias da Teolo­gia das Religiões em Paris) da “Sociedade dos Padres Bran­cos”. O livro é inti­t­u­la­do Pour la néces­saire réc­on­cil­i­a­tion. Le Groupe de Réflex­ion Entre Catholiques (GREC), Nou­velles Edi­tions Latines, Paris [1].

Uma leitu­ra estim­u­lante, que acon­sel­ho a todos.

 

clip_image001

Encon­tros pri­va­dos e dis­cre­tos

O “Padre Bran­co”, orde­na­do sac­er­dote em 1948, nar­ra a história dos diál­o­gos do “Groupe de Réflex­ion Entre Catholiques; Grupo de Reflexões Entre Católi­cos” (‘GREC’); diál­o­gos que define “dis­cre­tos, mas não secre­tos” (pg 29) com alguns mem­bros da dirigên­cia da FSSPX em vista de um acor­do pleno entre a mes­ma Frater­nidade Sac­er­do­tal São Pio X e o Vat­i­cano, depois de ter aceita­do a inter­pre­tação do Con­cílio Vat­i­cano II a luz da Tradição ou a “her­menêu­ti­ca da con­tinuidade” e ter rece­bido a lib­er­ação da Mis­sa tradi­cional, a remis­são da exco­munhão e a ple­na sis­tem­ati­za­ção canôni­ca.  

Con­tin­uar lendo →

La lectura de la Biblia en lengua vulgar juzgada segun la escritura, la tradicion e la santa razon — J. Bautista Malou

[issuu viewMode=singlePage width=650 height=500 embedBackground=%2325408f pageNumber=352 backgroundColor=%23222222 documentId=121222172059–8111442a4a074e82bf81f3722cfa6c07 name=la_lectura_de_la_biblia_en_lengua_vulgar username=gedersonfalcometa tag=religion unit=px v=2]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Clique aqui para faz­er down­load do livro

 

2011 SEGUNDA FASEMUNDIALISTADA MUTAÇÃO JUDEU-CRISTIANIZANTE

 

D. CURZIO NITOGLIA

20 de dezem­bro de 2011

[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

http://www.doncurzionitoglia.com/fase_2_giudeo_cristianesimo.htm

image

Avan-propósi­to

·        Antes do Vat­i­cano II a dis­tinção e con­tra­posição entre Cris­tian­is­mo e Judaís­mo talmúdi­co ou pós-bíbli­co era pací­fi­ca.

Infe­liz­mente a dis­tinção não só se enfraque­ceu deva­gar (com João XXIII) mas foi rever­ti­da com Nos­tra Aetate e pelo ensi­na­men­to de João Paulo II e Ben­to XVI. Assim, da dis­tinção se pas­sou a con­fusão e a homolo­gação doutri­nal e teológ­i­ca dos opos­tos (Cristo e Anti­cristo).

·        Todavia resta­va um pas­so ulte­ri­or a cumprir. A ilus­tração deste segun­do nív­el é o coração do pre­sente arti­go. A declar­ação do rabi­na­to e do alto clero são de uma gravi­dade inau­di­ta, mas são reais e neces­si­tam toma­da de ati­tude. Depois do nive­la­men­to doutri­nal nun­ca cumpri­do, era necessário alcançar aque­le práti­co: espe­cial­mente politi­co (1948, Esta­do de Israel/1923, seu recon­hec­i­men­to da parte do Vat­i­cano) e econômi­co-finan­ciário (crise do Dólar e do Euro). A par­tir de 2001 e até 2011 temos assis­ti­do ao con­stante e pro­gres­si­vo aumen­to (quase mas­cara­do e não alardea­do explici­ta­mente  da Torre de Babel” da “Nova Ordem Mundi­al” com uma “Repúbli­ca Uni­ver­sal” (EUA/Israel) e um “Tem­p­lo Uni­ver­sal (Assis I-III, 1986–2011). Somente nos últi­mos meses se fala aber­ta e explici­ta­mente de uma segun­da fase da ação con­jun­ta hebraico-cristã (não mais só dos colóquios), que devem pre­lu­di­ar a uma Nova Ordem Mundi­al econômico/política, e tudo a luz da shoah e Nos­tra Aetate, que são cor­rel­a­ti­va­mente pai e fil­ho. Eu ofer­eço ao leitor as seguintes con­sid­er­ações com a esper­ança que os cristãos abram os olhos e não caiam víti­mas da glob­al­iza­ção reli­giosa e econômico/política, a qual é a pior tira­nia, mas­cara­da de “democ­ra­cia”, que se pos­sa imag­i­nar.

 

·        O arti­go que segue é um comen­tário a está segun­da fase, partin­do de Orwel e chegan­do a Ben­son para mostrar como da shoah e Nos­tra Aetate se atingiu ago­ra a fase final do desen­volvi­men­to econômi­co-finan­ciário da Nova Ordem Mundi­al queri­da pelos rabi­nos e pelos ecle­siás­ti­cos neo-mod­ernistas.

*

Con­tin­uar lendo →

Paganismo

d. CURZIO NITOGLIA

[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

clip_image002

O pagan­is­mo (1) nega a liber­dade humana, a onipotên­cia cri­ado­ra e a providên­cia div­ina, em mun­do gov­er­na­do pelo des­ti­no.

Para o cris­tian­is­mo – ao con­trário – a história esta nas mãos de Deus onipo­tente que toma cuida­do do mun­do, con­duzin­do a humanidade, através de vias mis­te­riosas, ao fim que lhe deu; mas como criou o homem livre, ele pode não cor­re­spon­der ao plano de Deus, revoltar-se con­tra, e então Deus – com a sua onipotên­cia e sabedo­ria infini­ta – tira de todo mal um bem, ou seja, con­segue faz­er con­cor­rer para o fim da cri­ação e da história, tam­bém os lados neg­a­tivos do homem.

A história, por­tan­to, é toda de Deus como causa primeira e prin­ci­pal e toda do homem como causa segun­da e instru­men­tal (como a maçã é toda do agricul­tor e toda da árvore).

A chave da história (como ensi­na o Apoc­alipse de S. João e a Cidade de Deus de San­to Agostin­ho) é Cristo reden­tor e juiz que aju­da os seus eleitos ou a “cidade de Deus”, a tri­un­far con­tra os mal­va­dos e os sequazes de Satanás (que por amor de si desprezam a Deus) ou a “cidade do dia­bo”.

Se a Roma pagã cai em 410 pela obra dos bár­baros de Alari­co, é porque a Roma dos Césares não é o cen­tro do mun­do, antes é a grande pros­ti­tu­ta que perseguia Cristo nos seus már­tires e deve ced­er o pos­to a Roma dos Papas, como o anti­cristo dev­erá ced­er seu pos­to a Cristo.

O pagan­is­mo ou a Gré­cia e a Roma anti­ga, tem um papel anál­o­go (onde a sim­i­lar­i­dade é infe­ri­or a semel­hança) ao A.T. em relação ao N.T., ess­es devem preparar a Roma cristã, como o Mosaís­mo dev­e­ria preparar o Evan­gel­ho; a Roma pagã não é o mal abso­lu­to, que não existe uma vez que seria a pri­vação abso­lu­ta do bem, mas é uma enti­dade onto­logi­ca­mente boa, emb­o­ra acom­pan­ha­da de des­or­dem reli­giosa-moral do pagan­is­mo. Ao invés, o Mosaís­mo era bom em si, mas imper­feito e foi aper­feiçoa­do por Cristo.

 

Con­tin­uar lendo →

Powered by WordPress. Designed by WooThemes

Seguir

Obtenha todo novo post entregue na caixa de entrada do seu email.

Junte-se a outros seguidores