Archive | outubro, 2013

FILME: 11 DE SETEMBRO DE 1683

11 de setembro de 1683

A história do assé­dio Tur­co a Viena e de uma batal­ha hero­ica que mudou o des­ti­no da Europa e do Mun­do.

Retiradas todas as novas medalhas do Pontificado

 

 

Sala de Estam­pa con­fir­ma: reti­radas todas as novas medal­has do Pon­tif­i­ca­do. Ao invés de “Jesus” esta escrito “Lesus” (foto)
[Fonte: Matzuzzi — pic.twitter.com/fGP617RvJj]


Fal­ta de famil­iari­dade com o latim ou lap­sus freudi­ano (senão na escri­ta, na pronún­cia)?

Do Site alemão que noti­ciou o “erro”

Fonte Ital­iana: Chiesa e post-Con­cílio

Curso por uma Filosofia Tomista: ultimo dia para a inscrição.

Comu­ni­ca­do 2 

Comu­ni­ca­do 3 

Comu­ni­ca­do 4

 Comu­ni­ca­do 5

 Comu­ni­ca­do 6

 Comu­ni­ca­do 7

Cur­so on-line de 60 horas min­istra­do por

Car­los Nougué

 tomas

“A feli­ci­dade últi­ma do homem está na con­tem­plação da Ver­dade.”

San­to Tomás de Aquino

 

[Comu­ni­ca­do 1]

 

Em mea­d­os de out­ubro deste ano, estará disponív­el em site próprio o Cur­so on-linePor uma Filosofia Tomista, de 60 horas (o equiv­a­lente a um cur­so de exten­são uni­ver­sitária).

 

DADOS GERAIS DO CURSO

 

1) O Cur­so se dividirá em 30 vídeos-aula de 2 horas cada uma.

2) Todos os vídeos-aula estarão grava­dos antes do iní­cio do Cur­so, mas só se postarão no site dois por sem­ana, por óbvias razões didáti­cas. Per­manecerão todos nosite até cin­co meses depois do iní­cio do Cur­so. (Infor­mar-se-á opor­tu­na­mente o endereço do site.)

3) Haverá, ade­mais, ao lon­go dos mes­mos cin­co meses, vídeos-aula extras, de duração vari­a­da, com a res­olução das dúvi­das envi­adas pelos alunos ao e-mail[email protected]. (É tam­bém a este e-mail que se deve escr­ev­er para solu­cionar quais­quer out­ras dúvi­das rel­a­ti­vas ao Cur­so. Neste caso, respon­derá nos­so respon­sáv­el opera­cional: Mar­cel Assunção Bar­boza.)

4) Os vídeos estarão em nos­so site em duas ver­sões: uma de alta res­olução; a out­ra de res­olução um pouco infe­ri­or, para os alunos cujo com­puta­dor não suporte a primeira. 

5) Na seção Mate­r­i­al de Estu­dos do site, fornecer-se-ão tam­bém tex­tos, out­ros vídeos e bib­li­ografia. 

6) O Cur­so fornecerá cer­ti­fi­ca­do (par­tic­u­lar) ao fim dos cin­co meses.

Con­tin­uar lendo →

POR QUE SE CANONIZAR UM PAPA DO QUAL SE CONTRADIZ O MAGISTÉRIO?

Fonte: Fides et For­ma

Tradução: Ged­er­son Fal­cometa

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Car­ta Encícli­ca

VERITATIS SPLENDOR

do Sumo Pon­tí­fice
João Pao­lo II

 

Capit­u­lo 32.

32. Em algu­mas cor­rentes do pen­sa­men­to mod­er­no, chegou-se a exal­tar a liber­dade até ao pon­to de se tornar um abso­lu­to, que seria a fonte dos val­ores. Nes­ta direção, movem-se as doutri­nas que perder­am o sen­ti­do da tran­scendên­cia ou as que são explici­ta­mente ateias. Atribuíram-se à con­sciên­cia indi­vid­ual as pre­rrog­a­ti­vas de instân­cia supre­ma do juí­zo moral, que decide categóri­ca e infalivel­mente o bem e o mal. À afir­mação do dev­er de seguir a própria con­sciên­cia foi inde­v­i­da­mente acres­cen­ta­da aque­loutra de que o juí­zo moral é ver­dadeiro pelo próprio fac­to de provir da con­sciên­cia. Deste modo, porém, a impre­scindív­el exigên­cia de ver­dade desa­pare­ceu em prol de um critério de sin­ceri­dade, de aut­en­ti­ci­dade, de «acor­do con­si­go próprio», a pon­to de se ter chega­do a uma con­cepção rad­i­cal­mente sub­je­tivista do juí­zo moral. Como facil­mente se com­preende, não é alheia a esta evolução, a crise em torno da ver­dade. Per­di­da a ideia de uma ver­dade uni­ver­sal sobre o bem, cognoscív­el pela razão humana, mudou tam­bém inevi­tavel­mente a con­cepção da con­sciên­cia: esta deixa de ser con­sid­er­a­da na sua real­i­dade orig­i­nal, ou seja, como um ato da inteligên­cia da pes­soa, a quem cabe aplicar o con­hec­i­men­to uni­ver­sal do bem numa deter­mi­na­da situ­ação e exprim­ir assim um juí­zo sobre a con­du­ta jus­ta a eleger, aqui e ago­ra; tende-se a con­ced­er à con­sciên­cia do indi­ví­duo o priv­ilé­gio de esta­b­ele­cer autono­ma­mente os critérios do bem e do mal e agir em con­se­quên­cia. Esta visão iden­ti­fi­ca-se com uma éti­ca indi­vid­u­al­ista, na qual cada um se vê con­fronta­do com a sua ver­dade, difer­ente da ver­dade dos out­ros. Lev­a­do às últi­mas con­se­quên­cias, o indi­vid­u­al­is­mo desem­bo­ca na negação da ideia mes­ma de natureza humana.

Estas diver­sas con­cepções estão na origem das ori­en­tações de pen­sa­men­to que sus­ten­tam a antin­o­mia entre lei moral e con­sciên­cia, entre natureza e liber­dade.

Entre­vista a Euge­nio Scal­fari

de Papa Francesco

D. San­ti­dade, existe uma visão úni­ca do Bem? E quem define isso?

R. «Qual­quer um de nós tem uma visão do Bem e tam­bém do Mal. Nós deve­mos incitá-lo a pro­ced­er em direção àqui­lo que ele pen­sa ser o Bem».

D. Sua San­ti­dade, já havia escrito na car­ta que me endereçou. A con­sciên­cia é autôno­ma, havia dito, e qual­quer um deve obe­de­cer a própria con­sciên­cia. Pen­so que aque­la seja uma das pas­sagens mais cora­josas ditas por um Papa.

R. «E aqui o repi­to. Qual­quer um tem uma idéia de Bem e do Mal e deve escol­her seguir o Bem e com­bat­er o Mal como ele lhe con­cebe. Bas­taria isto para mel­ho­rar o mun­do».

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