Archive | dezembro, 2015

Tu scendi delle stelle

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Adeste fideles

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Do Amor

CAPÍTULO SÉTIMO
DO AMOR
EXTRAÍDO DO LIVRO:
A MEDICINA DAS PAIXÕES
JEAN BAPTISTE DESCURET
[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

 

O amor é uma paixão só:
des­ta ela reúne todas as out­ras.
A sen­ho­ra de Suza.

 

Definições e sinôn­i­mos

 

O amor, no seu mais exten­so con­ceito, é aque­le irre­sistív­el encan­to que atraí todos os seres, é aque­la afinidade sec­re­ta que lhes une, é a celeste cen­tel­ha que lhe per­pet­ua: neste sen­ti­do tudo é amor na cri­ação¹.

Con­sid­er­a­do sob o aspec­to moral, o amor é uma tendên­cia da alma para o ver­dadeiro, o belo e o bom.

Na relação reli­giosa, Deus é amor, e amor é toda a sua lei. No amor de Deus então, sumo bem e cri­ador de todas as coisas: no amor dos home­ns, a mais nobre entre as suas cri­ações, é resum­i­da na teo­ria cristã do amor.

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Sócrates

socrates

 

PADRE CURZIO NITOGLIA
[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

Intro­dução

Sócrates morre em 399 a.C. con­de­na­do for­mal­mente por “impiedade”, ou seja, porque não cria nos Deuses da cidade e porque cor­rompia com as suas doutri­nas a juven­tude de Ate­nas; mas a ver­dadeira razão da sua con­de­nação a morte – como escreve Platão no Eutífron – eram os ressen­ti­men­tos e os ciúmes de ordem políti­ca da parte da classe diri­gente de Ate­nas. Foi-lhe ofer­ta­da a pos­si­bil­i­dade de fugir, mas a recusa, bebe a cicu­ta que lhe vem dada pelos seus juízes, obe­de­cen­do como faz um sol­da­do do pelotão de exe­cução as ordens dos supe­ri­ores. Como Platão disse que Sócrates havia cer­ca de 70 anos quan­do mor­reu, se deduz que nasceu cer­ca de 469–470 a.C.

Sua mul­her era a famosa Xan­tipa defini­da como “a mul­her mais insu­portáv­el daque­las que são, foram e serão” (Xeno­fonte, Sim­pó­sio, II, 10).

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Definição das paixões

CAPÍTULO PRIMEIRO

DEFINIÇÃO DAS PAIXÕES

EXTRAÍDO DO LIVRO:

A MEDICINA DAS PAIXÕES

DE

JEAN BAPTISTE DESCURET

[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

 

 

Dis­tinção entre comoções, sen­ti­men­tos, afe­tos, vir­tudes, vício e paixões

A con­fusão das coisas nasce daque­la das palavras.

O vocábu­lo paixão, ade­qua­do a sua gre­ga eti­molo­gia (πάθος), soa pena ou ao menos dis­posição a rece­ber comoções mais ou menos vivas, e a lhes cor­re­spon­der. Duas espé­cies de causa podem pro­duzir estas comoções, as causas exter­nas e as inter­nas. As primeiras agem sobre a per­ife­ria do cor­po, as secun­das ao con­trário tem o cen­tro do organ­is­mo por pon­to de par­ti­da da sua ação. Em ambos os casos, estas comoções mod­i­fi­cam mais ou menos o cére­bro, o qual ime­di­ata­mente comu­ni­ca a sua mod­i­fi­cação a qual­quer pon­to da nos­sa máquina por meio de numerosos con­du­tores chama­dos ner­vos.

Todos os afe­tos vivos, todas as paixões tem o triste priv­ilé­gio de adoe­cer o cor­po e o espíri­to, usan­do-se esta frase para notar o desen­volvi­men­to pro­duzi­do tan­to no físi­co quan­do na moral da paixão. Em tal modo se diz ser muitas vezes as afecções orgâni­cas do coração o resul­ta­do de afeições morais: e em anti­go se dava o nome de paixão hipocon­dría­ca ou histéri­ca a doenças res­i­dentes nos hipocôn­drios ou no útero.

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