Archive | janeiro, 2016

O pecado original e as três concupiscências, por D. Curzio Nitoglia

Extraí­do do livro
Sub­ver­são e Restau­ração
Don Curzio Nitoglia
[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

Fru­to do ‘peca­do orig­i­nal’ são as ‘três Con­cu­pis­cên­cias’: orgul­ho, avareza e luxúria (I Jo, II,16). Destas três tendên­cias más derivam e con­tin­u­am a derivar todos os males dos home­ns, seja a nív­el indi­vid­ual ou a nív­el social.

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Viver a própria vocação, por São Carlos Borromeo

Do Dis­cur­so dado por São Car­los Bor­romeo,
no ulti­mo Sín­o­do*
[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

Todos somos cer­ta­mente fra­cos, o admi­to, mas o Sen­hor Deus colo­ca a nos­sa dis­posição meios tais que, se o quis­er­mos, podemos faz­er muito. Sem ess­es, porém, não será pos­sív­el ter fé no empen­ho da própria vocação.

Façamos o caso de um sac­er­dote que decer­to recon­heça o dev­er de ser tem­per­ante, de ter dev­er dar exem­p­lo dos cos­tumes severos e san­tos, mas que depois recuse qual­quer mor­ti­fi­cação, jejum, orações, ame con­ver­sações e famil­iar­iza­ções pouco edi­f­i­cantes; como poderá ele estar a altura do seu ofí­cio?

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Intelecto e Vontade: Não separemos o que Deus uniu, por D. Curzio Nitoglia

Não sep­a­re­mos aqui­lo que Deus uniu

 

 

PADRE CURZIO NITOGLIA
[Tradução: Ged­er­son Fal­cometa]

16 de abril de 2011
http://www.doncurzionitoglia.com/intelletto_volonta.htm

Natureza do int­elec­to e da von­tade

A von­tade espir­i­tu­al ou apetite racional é a fac­ul­dade que tende ao bem con­heci­do pelo int­elec­to (“nihil voli­tum nisi praecog­ni­tum, nada é queri­do se antes não é con­heci­do”). Essa é real­mente dis­tin­ta do aspec­to sen­sív­el ou sen­si­bil­i­dade (que se sub­di­vide em con­cu­pis­cív­el e irascív­el ‚ S. Th., I, q. 80, a. 2)[1]. A von­tade é uma tendên­cia, um dese­jo ou um apetite racional, que segue o con­hec­i­men­to int­elec­tu­al e não aque­la sen­sív­el e é especi­fi­ca­da pelo obje­to con­heci­do pelo int­elec­to e apre­sen­ta­do-lhe como bom, mes­mo se em si não o é (bem aparente, mal real). Na ver­dade, o obje­to da von­tade é o bem mes­mo só aparente e não pode ser o mal enquan­to mal, porque isto seria con­trário a natureza da von­tade. Mas um obje­to, antes de ‘ser bom’, deve ‘ser’ ou ‘exi­s­tir’. Então, neste sen­ti­do a von­tade depende da inteligên­cia: o int­elec­to con­hece o ser ou a natureza inti­ma e ver­dadeira do seu obje­to, enquan­to a von­tade tende ao ser bom ou apre­sen­tan­do-lhe como tal. Ora, onto­logi­ca­mente o ser é ante­ri­or ao ser bom. Por isso em sen­ti­do abso­lu­to o int­elec­to pre­cede a von­tade. Con­tin­uar lendo →

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