Archive | Atualidades

Nova edição do Sim Sim Não Não

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O marxismo de Gramsci e a religião

by Simsimnaonao on 05/06/2016 in Ano II – Nº01

 

Augusto del Noce 
Tradução: Gederson Falcometa
Centro Romano Incontri Sacerdotali,
documenti, Anno IV, n. 35,
Roma febbraio 1977

Gramsci: marxismo para o Ocidente

Qual lugar assegurar a Gramsci entre os teóricos ocidentais do comunismo? Um fato é incontestável: entre os teóricos ocidentais do comunismo, só Gramsci definiu uma linha política capaz de ter efeito nos países ocidentais. Uma vez que para o marxismo o filósofo, o historiador e o político são indistinguíveis, porque o critério de verdade é colocado para o marxismo na verificação histórica, parece legítimo concluir disto que se deve ver na posição gramsciana também o desenvolvimento mais rigoroso que o marxismo alcançou. Até agora, o marxismo não conseguiu vencer no Ocidente e com isso se universalizar. A possível vitória da ‘batalha do Ocidente’ torna o possível sinal da sua universalidade. Em todo o caso, é com o comunismo gramsciano que devemos fazer as contas.

Dito isto, devemos nos perguntar: existe para tal forma de marxismo uma possibilidade de conciliação, não só com o catolicismo, mas com qualquer posição de pensamento que admita uma realidade transcendente? Ou ao invés disso, o gramscismo contém a resposta decisiva, porém negativa, a qualquer possibilidade de diálogo?

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O latim, língua viva na Igreja

by Simsimnaonao on 05/06/2016 in Ano II – Nº01

Padre António Freire, S.J.

Ao cair da tarde de um dos dias primaveris do ano de 374, sobre a amurada de um dos navios ancorados no porto de Aquileia e prestes a levantar ferro, rumo a Dirráquio, um jovem de 27 anos aguardava, impaciente, o momento em que os escravos encarregados das mercadorias dos passageiros, corressem para as suas bagagens, que ele vigiava com olhar solícito e acrisolado carinho. A viagem ia ser longa e a sua equipagem, composta exclusivamente de preciosos pergaminhos latinos, reunidos em Roma «à custa de mil suores e fadigas», corria perigo.

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“São Déscartes” Padroeiro das feministas e não somente delas

by Simsimnaonao on 05/06/2016 in Ano II – Nº01

Sim Sim Não Não
[Tradução: Gederson Falcometa]

Do «homo faber» ao «homo fabricatus» e perenemente «fabricandus»

É a partir de Descartes que a inteligência atua a sua primeira e verdadeira prostituição a vontade de potência e se volve para o titanismo delirante de querer erigir a mente humana, não só a medida neoprotagorista de “todas as coisas”, mas a razão mesma do seu ser, do seu ser pelo seu decreto, a sua fábrica, a sua invenção. Se os antecedentes de um tal delírio estão já presentes no Humanismo com a bruniana mens insita omnibus ou com a verdadeira “indignidade” narcisista do mirandoliano “De hominibus dignitate”, para nos limitarmos a dar algum exemplo, é porém, sobretudo do cogito cartesiano que tem início a atividade dinamitada da inteligência humana nos confrontos daquele “secante obstáculo” que é a muda e nua objetividade das coisas. Do cogito em diante o domínio da mente se faz sempre mais totalitário e despótico, de maneira a ativar em seu interior uma espécie de inflexibilidade mecânica perceptiva que depois, por consubstancial dinamismo alucinatório, tem sempre mais a se especificar não só como recusa de qualquer evidência objetiva, mas sobretudo como ataque ab-rogativo nos confrontos da especificidade da pessoa e da sua dignidade e identidade real.

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P. Roger Thomas Calmel: Receita para tempos de Crise

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Padre Roger Thomas Calmel

Tradução: Gederson Falcometa

Mais atual do que nunca é este texto do Padre Roger Thomas Calmel, um dos primeiros sacerdotes a ter pressentido e resistido a crise na Igreja que se difundia já rapidamente nos anos 60. Neste ele mostra as grandes linhas do comportamento do católico que deve buscar força na vida interior para não deixar-se transportar para a corrente dos erros e contribuir com a restauração da Igreja, restauração que deve começar na nossa alma.

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Campanha para construção da Capela Nossa Senhora da Esperança – Ipatinga-MG

Nossa Senhora da Esperança, padroeira de Ipatinga

Visite a página da campanha no endereço:

“Amigos da União Sacerdotal Marcel Lefebvre” de Ipatinga e região

Email:

[email protected]

 

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Preguntas inconvenientes…censuradas por los Neo-Super-Ultra- Resistentes

Pablo Hermoso

Y nosotros que pensábamos que en su sapiencia tenían respuesta para todo. Pero no. La neo-super-ultra-resistente que acaba de formarse en Brasil, de los nuevos cruzados contra los “apóstatas” y “herejes” obispos Williamson, Faure y el próximo obispo Dom Tomás de Aquino, más toda la tropa de “liberales” y “sofistas” que los siguen, la neo-secta, decimos, que exige firmar un documento de adhesión al Catolicismo para hablar con su Jefe y ser parte de la misma, publicó hace poco un sermón “magnífico” (¡sic!) de su Líder Supremo, en su página de Youtube.

La dulce y caritativa señora que allí publica, colocó debajo un comentario de tribuna futbolística como este, tal vez para reforzar el “expresivo” e “incendiario” sermón:

Giulia Maria d’Amore-Nakahara (CATÓLICA)

Viva Cristo Rei! Graças a Deus temos um padre com sentido de Fé e de Igreja. Que não se vende por uma mitra. E que não está só. Esse bando de imbecis, capitaneados por Dom Tomás, fica dizendo por aí que isso é coisa de Pe. Cardozo, de Ipatinga, do Thiago, da dona Giulia. BURROS! O mundo todo está gritando contra as asneiras de Dom Williamson. Antes de sair dizendo bobagens na Net (ainda que anonimamente), pesquisem. E vossa alma que está em jogo. Vcs não vão ganhar nenhuma mitra, seus tontos!

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A árvore se conhece pelo seu fruto

Gederson Falcometa

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“Uma árvore boa não dá frutos maus, uma árvore má não dá bom fruto. Porquanto cada árvore se conhece pelo seu fruto. Não se colhem figos dos espinheiros, nem se apanham uvas dos abrolhos. O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro, porque a boca fala daquilo de que o coração está cheio”.

Considerando que cada árvore se conhece pelo seu fruto, perguntamos a nossos leitores:

Qual árvore produz o fruto abaixo?

fruto que não existe

Seria uma “macieranja” ou uma “larancieira” ?

Não existe tal fruto, logo, não existe a árvore. Sendo assim não é possível julgar nem o fruto, bom ou mau, e por consequência nem a árvore. Agora vejam os nossos leitores a imagem abaixo:

Esse é o fruto de uma macieira com sarna.

Então, podemos conhecer a árvore, uma macieira. Agora resta saber se a árvore é boa ou má, julgando-lhe a partir de seu fruto. Segundo o que pode se ver pelo aspecto e se ler no texto “Sarna maca, nematoide, e mosca branca soja“, fonte da foto, o fruto é mau, porque a maçã está doente, e portanto, a macieira que a produz é uma árvore má. Agora vejam a imagem abaixo:

Temos a imagem de uma boa maçã, e através disso, só podemos concluir ser fruto de uma boa macieira. Assim, pelo que acabamos de expor, fica claro que é pelos frutos que se conhece a árvore, e pela qualidade destes frutos, bons ou maus, se julga se a árvore é boa ou se a árvore é má. Com essa postagem damos por encerrada, a questão da interpretação da árvore e dos frutos.

 

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    PADRE CURZIO NITOGLIA [Tradução: Gederson Falcometa] Velletri, 15 de novembro de 2008 http://www.doncurzionitoglia.com/IpotesiVelletri.htm "Em questões teológicas difíceis e não definidas, deve se dar o próprio parecer com humildade e paz, conformando-se a instrução e a capacidade do ouvinte, insistindo mais na prática da Igreja, exortando a seguir o bom costume; ao invés de deixar-se…
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        A Igreja e o Estado (2ª ed.) Napoles 1872, cap. I, pag. 7-21.Rev. Pe. Matteo Liberatore S.J.CONDIÇÃO DA IGREJA OPOSTA AO ESTADOCAPÍTULO I.ARTIGO I.Conceito liberalITríplice forma de tal conceitoA palavra de ordem, como se costuma dizer, do liberalismo hodierno é a emancipação do Estado da Igreja. Isto se entende de…
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A sapiente teóloga e sua série “metáforas”

A teóloga disse isto (em um texto que parece uma árvore de natal):

2. “…toda a árvore boa bons frutos, e toda a árvore má da maus frutos”.

Adaptando para facilitar a compreensão:
“…toda a árvore de maçãs maçãs, e toda a árvore de laranjas dalaranjas””.

E:

“Não pode uma árvore boa dar maus frutos, nem uma árvore mádar bons frutos.”

Adaptando para facilitar a compreensão:

Não pode uma árvore de maçãs dar laranjas, nem uma árvore de laranjas dar maças.”

“http://farfalline.blogspot.com.br/2016/04/metaforas-I.html

Começo dizendo aos nossos leitores que, o dicionário não é um lugar teológico. Nele não se encontra interpretações e explicações dos Padres da Igreja, ele como vulgarmente se diz, é o pai dos burros (e se sobre burros e mulas, recomendo a leitura: “Todo “penso” é torto. Considerações sobre a mula sem cabeça“). Curiosamente, tem que se ter uma dose cavalar de burrice se se pensa encontrar respostas nele para questões teológicas. Geralmente quando temos uma questão teológica, buscamos na Catena Aurea, nos Padres da Igreja, em Santo Tomás, no Magistério, etc nunca no dicionário. Dito isto, passemos a comentar a árvore de natal da teóloga do Pale Ideas.

Na primeira citação, ela coloca a árvore boa que produz bons frutos, como a macieira que produz maçãs e a árvore má que produz maus frutos, como a laranjeira que produz laranjas. Será que não gosta de laranjas? Continua na segunda citação, aplicando a sua falsa interpretação. Ao que dizemos: de fato, uma macieira não produz laranjeiras, nem uma laranjeira produz maçãs, porque realmente não existem árvores de uma espécie que produzem frutos de outra, logo, não podemos julgar uma coisa que não existe boa ou má. Assim,  essa interpretação é notoriamente falsa, porque uma árvore é julgada boa ou má pelos frutos da espécie que produz. De forma que, uma macieira só pode produzir boas ou más maçãs, como a laranjeira só pode produzir boas ou más laranjas, e serem consideradas boas ou más a partir da qualidade do fruto que produzirem. Por essa razão também diz Nosso Senhor:

 Ou dizeis que a árvore é boa e seu fruto bom, ou dizeis que é má e seu fruto, mau; porque é pelo fruto que se conhece a árvore. Mt 12, 33

Esse versículo confirma o que temos dito, porque se é pelo fruto que conhecemos a árvore, então, o que podemos conhecer de uma maçã e de uma laranja, é que uma é fruto da macieira e a outra da laranjeira. Se o fruto for bom, poderemos concluir que a árvore é boa, se for mau, que a árvore é má. Uma macieira e seus frutos não podem ser consideradas boas apenas por produzir maçãs, e não há nenhuma razão para se considerar uma laranjeira má apenas por se produzir laranjas. Não tem sentido, até porque a árvore má, e os frutos maus, não existiriam de verdade, toda árvore existente seria boa pelo simples fato de existir. Isso que dá em se arvorar em intérprete das escrituras e ler a bíblia como os protestantes. Em todos esses meses de polêmica, o que temos visto são apenas interpretações pessoais do Padre e dos fiéis. Se não tivéssemos usado os Padres da Igreja, o Magistério, Santo Tomás e os bons teólogos católicos, teríamos conhecido mais o livre exame que fizeram, e menos a tradição da Igreja.

Afirmar que uma macieira dá bons frutos pelo simples fato de produzir maçãs é o que fazem os protestantes com a doutrina da Sola Fides. Essa doutrina faz o homem pensar que pelo simples fato de ter fé em Jesus Cristo, ele sempre vai produzir bons frutos. Por essa razão mesmo, Lutero ensinava aos seus: “Peca fortemente e crê mais firmemente e serás salvo”. Evidentemente a interpretação da teóloga do Pale Ideas e a de Lutero, contradizem a interpretação dos Padres da Igreja e de Santo Tomás, que são unânimes em considerar a árvore a vontade humana, que pode ser boa ou má, sendo boa os frutos serão bons e sendo má os frutos serão maus. Por essa razão questionou São Jerônimo, doutor da Igreja:

 ““Perguntamos aos hereges que admitem em si mesmos duas naturezas contrárias: se, segundo seu modo de pensar, uma árvore boa não pode produzir maus frutos, como então Moisés, árvore boa, pecou junto às águas da contradição (Nm 26,72), São Pedro negou ao Senhor na paixão dizendo: ‘Não conheço esse homem’, e o sogro de Moisés, árvore má que não cria no Deus de Israel, lhe deu um bom conselho?” [extraído da Catena aurea de Santo Tomás de Aquino]”. Diz São Jerônimo ao comentar Mateus VII, 15-20

 Lúcifer, quando produziu um mau fruto, foi expulso do céu e nunca mais pode produzir um bom fruto. São Miguel, o príncipe do exército celestial, só pode produzir bons frutos. São Pedro, Moisés e seu sogro, foram homens, não eram árvore e nem anjos. Por essa razão questiona São Jerônimo, na mesma linha do que afirmou D. Tomás, sem contradizer Nosso Senhor. O pecado não é e nunca foi um bom fruto. Assim, de nossa parte afirmamos que a bondade ou a maldade do homem dependem de sua vontade, que pode ser boa ou má (como vimos no exemplo do questionamento de São Jerônimo). A vontade do homem não é como a árvore que é um vegetal, e nem como a dos anjos, que são puros espíritos. Como disse o Padre Trincado, Nosso Senhor não disse verdades sobre botânica, e muito menos aplicou essas verdades botânicas sobre o homem, para transforma-lo em uma árvore. Mas se consideramos, com eles, que, uma macieira é boa pelo simples fato de produzir maçãs, como os luteranos, então, não há como não considerar os pecados de Moisés e São Pedro frutos bons, e o conselho do sogro de Moisés, mau, pelo simples fato dele não ter fé no Deus de Israel. De qualquer forma, São Jerônimo todos os Padres da Igreja, Santo Tomás e o nosso Bispo terem se tornado deuses, é apenas um nome dado a uma realidade que não existe. Quero dizer que, é puro nominalismo, bem como diz Padre Curzio Nitoglia, como pode se ler:

 “…para Ockham a razão não pode conhecer a essência das coisas e nem mesmo o Transcendente, a lógica não é um conhecimento objetivo e real do mundo extramental (In Ium Sent., dist. 3, q. 8). O homem possuí apenas um conhecimento sensível do singular, do fênomeno que cai sob os sentidos, daquilo que é experimentável (Quodl., I, q. 13; In IIIum Sent., dist. 9, q. unica). Nisto ele é um precursor do sensismo empirista do iluminismo inglês do século XVII enquanto o próprio Ockham “reduz a realidade a só àquilo que é empiricamente verificável”. Então “da posição Ockhamista ao subjetivismo moderno não existe senão um passo brevissimo”. Do nominalismo ao modernismo passando pelo empirismo

 É esse nominalismo Ockhamista, esse subjetivismo que temos visto de nossos adversários nesses meses de polêmica. Mal mal citaram autores da tradição católica, quando citam, os citam mal (e praticando livre exame se dizem os autênticos defensores da tradição católica). Ora, é regra de fé católica que, não se pode interpretar as Escrituras fora do sentido dado pelos Padres da Igreja. No que diz respeito a isso, a questão da árvore e dos frutos, pode se considerar encerrada pelo sentido que dão os Padres da Igreja na Cátena Aurea.

 Por fim, a questão: é o pecado um bom fruto? Parece ter sido respondida com um sim pela teóloga do Pale Ideas, porque a partir de sua interpretação luterana, o pecado pode sim ser um fruto bom. Certamente São Pedro e Moisés, foram macieiras, então, só poderiam produzir maçãs, não poderiam produzir laranjas. Então, pela linha da sapiente teóloga da série “metáforas”, eles como árvores boas, que produzem apenas maçãs, só podem produzir bons frutos, mesmo pecando. É uma interpretação de fazer inveja a Lutero, por alguém que se arvora a pertencer a “verdadeira tradição da Igreja”.

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“Uma contra- metáfora à metáfora: Todo o sistema discursivo do Pale Ideias se resume a essa imagem.”

 

correr atras do rabo

Tudo o que você precisa saber para combater os argumentos circulares do Pale Ideias:

  • Perseguir o rabo está mais relacionado a cães mais velhos e normalmente tem a ver com algum problema psicológico, como demência ou senilidade. Nos filhotes, entretanto, significa apenas uma forma de brincadeira.

  • Os cães que não brincam muito e que não interagem muito com seus donos acabam achando formas de chamar atenção. Se você notar que seu cão faz isso pra chamar sua atenção, experimente ignorar quando ele estiver correndo atrás do rabo. Simplesmente ignore, sem olhar, falar ou tocar o cão. Repreender ou brigar também é uma forma de atenção.

Fonte: http://tudosobrecachorros.com.br/2015/03/correr-atras-do-rabo.html

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Todo “penso” é torto. Considerações sobre a Mula Sem Cabeça

 

               Uma das primeiras lições que aprendi ao estudar a Filosofia é que há distinção entre: “Doxa” (do grego, opinião) e “Episteme” (do grego, verdade). De forma que todas as nossas opiniões devem ter por finalidade a verdade. Mas o nosso tempo é marcado pelos “doutores” da opinião. Não é estranho vermos, em qualquer meio de comunicação, pessoas discorrerem energicamente durante dois quartos de hora sobre o que não estudaram por pelo menos cinco minutos.  E o uso dessa loquacidade opinativa ganhou proporções inimagináveis com a internet.

               Nestas últimas semanas tenho dado boas risadas com uma senhora que personifica de maneira muito caricatural da  La donna è mobile de G. Verdi. Escreveu ela:

“E as mentiras que esses macaquinhos amestrados espalham não saem dos olhos, mas de corações cheios de fel. A boca fala do que o coração está cheio.”

http://farfalline.blogspot.com.br/search?updated-max=2016-04-01T02:10:00-04:00&max-results=5

Uma de suas discussões é sobre a impossibilidade de milagres fora da Igreja e, de maneira “infalível”, a condenação de toda a Igreja pós conciliar(CVII) ao paganismo.  E por mais de uma vez lhe foi mostrada a jumenta de Balão que, de maneira milagrosa, após apanhar bastante, fala. Pobre jumenta…

É um evento interessante, pois o orgulho, a cobiça e a hostilidade de Balaam é impedida através da humilde figura de uma jumenta. Que, contrariando sua natureza, fala e questiona.  O que alegoricamente vemos até hoje de maneira inversa.

A figura do burro (ou asno) é uma constante na história do cristianismo, que, se outrora utilizado como símbolo pagão, aparecerá no mistério da encarnação próximo a Nosso Senhor Jesus Cristo.  Santo Agostinho, ao comentar o capítulo 49:11 do Gênese, diz o seguinte:  “ assim como o Samaritano impôs sobre o jumento o pobre homem, assim o Filho do Homem foi feito semelhante ao jumento para que carregasse nossos pecados e, ao tomar nosso corpo, abolisse a enfermidade de nossa carne.” São Francisco o chama de “ Fratello asino.”

No Domingo de Ramos vemos Nosso Senhor triunfante sobre o lombo de um jumento.   Na concepção pagã o jumento esteve relacionado às festas de Saturno, Dionísio e Pã. Era o desregramento de nossos baixos instintos em evidência, divinizados.  Nosso Senhor ao reinarem nossas almas inverte a situação e põem nossos instintos em seu devido lugar, mostrando que Ele é o guia. 

No folclore brasileiro vemos a figura da Mula Sem Cabeça, que seria uma maldição dada à mulher que se tornasse amante de um padre.  Nosso grande folclorista, Luiz da Câmara Cascudo, assim descreve a mula: “lança chispas de fogo pelas narinas e pela boca. Suas patas são calçadas de ferro. A violência do seu galope e a estridência do relincho são ouvidas longamente. Às vezes soluça como uma criança”.

O que a realidade nos mostra? Podemos ver não só a loucura da mulher pecadora transformada em um mostro, mas também, por outro lado, a falha de um padre que, fazendo as vezes de alter Christus, perde a razão, deixando-se levar por suas baixas paixões. A mula que deveria ter como guia Nosso Senhor Jesus Cristo, como senhor e rei, perde sua cabeça por uma única mulher.

Outra observação que salta aos olhos é a cor do jumento. Ele não é preto, nem branco: é cinza; com uma bela cruz em tonalidade escura sobre a cernelha.  A oscilação pendular apaixonada dos extremos não o atinge, e, tal qual devemos ser, sua cor representa o equilíbrio tipicamente católico.  Ou ainda a exata personificação do católico que é atento aos aspectos contraditório da realidade. Não seria sua cruz a nossa confirmação neste combate?  

Muito do que se discute provém da absoluta confusão que se faz entre hermenêutica e exegese. Acredito que boa parte dos rapazolas partícipes da tradição desconheçam esses termos, à exceção do primeiro que, católico por excelência, ganhou mau odor devido à aplicabilidade dada por Bento XVI.  A exegese é muito utilizada pelo protestantismo, como única forma interpretativa, uma vez que busca tão somente a literalidade do texto, sem aportes com o Magistério e Tradição. 

A hermenêutica como ferramenta interpretativa é seguida de um método.

  • Interpretação literal, ou gramatical; (se houver problemas)
  • Interpretação analógica;
  • Teleológica;
  • Extensiva;

Todas essas formas em relação às Sagradas Escrituras, Magistério e Tradição. Ao sair desse caminho traçado pela Igreja por mais de dois mil anos, incorremos no tortuoso caminho do devaneio. Qual o motivo de tantas igrejas protestantes? A oscilação pendular de uma estrita interpretação da Sagrada Escritura ou a livre interpretação não margeada pelo Magistério e Tradição.

O Cântico dos Cânticos bem demonstra como deve ser a interpretação das Sagradas Escrituras. “Sou negra, como as tendas de Cedar, filhas de Jerusalém, mas sou bela,  como os pavilhões de Salomão” (C. dos Cânticos 1:4).

Apesar de toda a literalidade, este livro jamais deve ser interpretado como a conjunção canal dos nubentes, representando, antes, todo pudor, modéstia, castidade virginal que invoca a Santíssima Mãe de Deus, a Igreja e toda alma que aspira às núpcias espirituais com Nosso Senhor.  E a Sagrada Escritura não evidencia isso, tendo em vista que seu leitor não  será uma “mula sem cabeça.”

Tal versículo pode ser interpretado de várias formas, entre elas:

  • “Sou negra, mas sou bela” – mesmo a alma marcada pelo pecado original, por seus maus instintos e movimentos da natureza, poderá dizer: Encontro, pois, em mim esta lei: quando quero fazer o bem, o que se me depara é o mal. Deleito-me na lei de Deus, no íntimo do meu ser. Sinto, porém, nos meus membros outra lei, que luta contra a lei do meu espírito e me prende à lei do pecado, que está nos meus membros. Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte? (Rom 7:21-24)
  • “como as tendas de Cedar” – “Cedar” é o segundo filho de Ismael, descendente de Abraão por Agar, a escrava. Para os hebreus, esse povo que descende de Agar, os árabes, é de grosseiros, vulgares…
  • “mas sou bela, como os pavilhões de Salomão.” – ou seja, mesmo com suas fraquezas e imperfeiçoes exteriores seu interior permanece calmo e passivo. Como as magnificas tendas de Salomão que rivalizavam com as de Dario.

Por fim, podemos lembrar a Santíssima Virgem que estava “negra”, com aparência exterior de uma mulher adúltera, em visita a sua prima Santa Izabel. Mas estava ela toda pura, “bela” com o seu brilho virginal imaculado. Ela pareceu ser “negra” ao ter a aparência de uma mulher grávida, que portasse um filho do pecado original, mas ela estava “bela” como as tendas de Salomão, rei pacífico por excelência.

Podemos dizer ainda que Nossa Senhora estava “negra” por seus opróbrios, dores e sofrimentos na crucificação do seu Filho bem amado, mas ela é “bela”, pois no céu está associada a glória do Salvador.

Muito mais poderia ser dito, mas estes que vomitam seus despautérios são uma sociedade de malícia mútua, exatamente como existiu entre Herodes e Pilatos.           

Em alguns daqueles que oferecem o Santo Sacrifício, vemos a nítida atitude de Caim, que oferece sacrifício a Deus alimentando em seu coração a inveja contra seu irmão.

Como preceitua o manual de patifaria de B. Gracián, “Quando nos falam com malicia. Com alguns tudo há de ser às avessas; o sim é não e não é sim. Falam mal do que estimam, pois o que se quer para si se desacredita para os outros”.

Jumentas e macacos podem falar desde que falem a verdade. O contrário é opinião.  Penso, logo me engano.

 

Noel Neder                                               

 

 

 

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A Demolição da Exegese Católica

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Francesco Spadafora

Separação da exegese do dogma

O pesquisador católico, examinando um dos numerosos sistemas ou métodos postos pelos racionalistas para tirar todo traço de sobrenatural dos Evangelhos, não deveria ter dúvidas.

Ainda mais que o castelo imaginado por Bultmann e seus companheiros foi apresentado e refutado com igual precisão por críticos e exegetas competentes, não somente católicos mas também protestantes [1]. Nenhum compromisso era e é possível. Os jesuítas do Instituto Bíblico Pontifício, por outro lado, agiram de modo surpreendente, ao contrário. Para adotar na exegese dos Evangelhos o método dito «histórico-crítico», na realidade falsa crítica ou criticismo inconciliável com o dogma (inspiração divina, inerrância absoluta, historicidade, submissão ao Magistério), os jesuítas então renegaram a fé católica e «sic et simpliciter» jogaram fora as verdade de fé acima citadas.

Eles entraram – e é o cúmulo – em luta flagrante com o que era então a suprema Congregação do Santo Oficio. Instauraram no centro do próprio catolicismo uma diarquia oposta ao Magistério da Igreja, para os problemas bíblicos, o «magistério» dos jesuítas do Instituto Bíblico!

Esta diarquia significava praticamente a separação da exegese do dogma e, logo, da teologia dogmática. O padre Alonso Schökel disse claramente em seu artigo «manifesto». Monsenhor Romeo o estigmatizou claramente na sua resposta: «Com uma incrível desenvoltura, o padre Alonso nos declara que a inspiração e a hermenêutica, “a inerrância, a relação entre a autoridade da Escritura e do Magistério” não lhe concernem, porque os erros sobre este assunto “são mais teológicos do que exegéticos”, isto é, não se referem tanto à interpretação de textos concretos quanto aos princípios teológicos.

E ele repete: “O modo concreto da inspiração e da inerrância são problemas dos quais deve se

ocupar a teologia dogmática”. Então (…), como se trata de questões de teologia, a exegese católica nova, modernanão deveria ocupar-se de inspiração e de inerrância, mas somente de “interpretação de textos concretos” Esta opinião de considerar como estranha (a inspiração, a inerrância… ) aparece, a partir do texto considerado em si, tão grave em um eclesiástico que ensina a Sagrada Escritura em Roma, que preferimos supor que o padre Alonso não soube se expressar» [3]. E monsenhor Romeo acrescenta em nota: «a encíclica Humani Generis inclui a exegese bíblica entre “as partes da teologia” (Civ. Catt., 101 – 1950 III – pág. 465 no. 25). o que sempre foi considerado evidente tanto entre os católicos como entre os cristãos dissidentes de qualquer denominação» [4].  Continue Reading →

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Santa Missa com Dom Tomás de Aquino, em Contagem/MG

O Santo Sacrifício da Missa - Locais de Santa Missa pelo Brasil.

SANTA MISSA TRIDENTINA EM CONTAGEM/MG
02 e 03 de abril
Sábado às 19:00
Domingo às 10:00
Haverá confissão antes das Missas.
Capela Nossa Senhora das Graças,
 Rua Teodoro Fernandes dos Santos, n°. 391,
bairro Riacho em Contagem/MG.
 

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