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Sim Sim Não Não — Edição On-line n.º2

Tex­tos da segun­da edição:

 

O ver­dadeiro fun­da­men­to

São Fran­cis­co de Sales

A posição supre­ma que teve São Pedro na Igre­ja mil­i­tante, em razão da qual é chama­do fun­da­men­to da Igre­ja, como chefe e gov­er­nador, não vai além da autori­dade do seu Mestre, antes, lhe é ape­nas uma par­tic­i­pação; de modo que São Pedro não é fun­da­men­to da hier­ar­quia fora de Nos­so Sen­hor, mas em Nos­so Sen­hor, tan­to que nós o chamamos San­to Padre em Nos­so Sen­hor, fora do qual não seria nada.

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A estran­ha teolo­gia de Ratzinger

SIM SIM NÃO NÃO

A espec­u­lação teológ­i­ca de Ratzinger (como doutor pri­va­do) é muito ampla e mul­ti­forme. Vai des­de o pri­ma­do da con­sciên­cia a Patrís­ti­ca, espe­cial­mente Agostin­ho-Boaven­tu­ra, em função anti-escolás­ti­ca, a cole­gial­i­dade em função anti­monárquica no gov­er­no da Igre­ja ao con­ceito kan­tiano de liber­dade enten­di­da; do diál­o­go inter-reli­gioso a escat­olo­gia. Mas os dois pilares em que se fun­dam pare­cem ser a con­sid­er­ação da relação judaico-cristã e da teolo­gia da história em São Boaven­tu­ra, lida com forte ênfase Joaquimi­ta (De Joaquim de Fiore).

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A teolo­gia da “morte de Satanás”. 

SIM SIM NÃO NÃO

O satanis­mo em sen­ti­do genéri­co e especi­fi­co

O “mundo”[1] inteiro, não enquan­to criatu­ra físi­ca de Deus, mas no sen­ti­do moral e pejo­ra­ti­vo daque­les que vivem segun­do o espíri­to mun­dano ou car­nal opos­to ao angéli­co e divi­no, é sub­meti­do ao dia­bo pelo dile­ma “ou Deus ou Eu”, “ou a ver­dade ou a men­ti­ra”. O demônio é por isso chama­do tam­bém de “o príncipe deste mun­do” (Jo XII, 31; XIV, 30), “o deus deste mun­do” (2 Cor., IV, 4).

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O Cardeal Bil­lot sobre o lib­er­al­is­mo

    Padre Hen­ri Le Floch

Resumo da dout­ri­na do cardeal Bil­lot sobre o erro do lib­er­al­is­mo e as suas diver­sas for­mas, segun­do a exposição do trata­do sobre a Igre­ja.

O lib­er­al­is­mo em matéria de fé e de religião é uma dout­ri­na que pre­tende eman­ci­par o homem, mais ou menos, de Deus, da sua lei, e da sua rev­e­lação, e de eman­ci­par tam­bém a sociedade civ­il de qual­quer dependên­cia reli­giosa, da Igre­ja, tuto­ra, intér­prete e mes­tra da lei rev­e­la­da por Deus.

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