AUGUSTO DEL NOCE: CONTESTAÇÃO E VALORES


Atualidades

A pre­sente crise de con­fi­ança em val­ores per­ma­nentes recla­ma a memória aque­la que se ver­i­fi­ca nos primeiros anos do sécu­lo XVII. Naque­le tem­po se trata­va tam­bém do perío­do suces­si­vo as guer­ras reli­giosas e as descober­tas de civ­i­liza­ções diver­sas das mediter­râneas; e ain­da naque­le tem­po foi colo­ca­da em dis­cussão, jun­to com o abso­lutismo dos val­ores, a tradição comum do pen­sa­men­to grego e do pen­sa­men­to cristão.

25/08/2019

P. CURZIO NITOGLIA: INTRODUÇÃO A VERDADEIRA NOÇÃO DE MAGISTÉRIO


Teologia

Recen­te­mente apare­ce­r­am arti­gos e livros, que, para defend­er a Tradição e a Igre­ja, ou exager­aram o alcance do Mag­istério, fazen­do dele um “Abso­lu­to” ou o min­i­mizaram e quase o aniquila­ram, negan­do lhe a função de “inter­pre­tar a Tradição e a S. Escrit­u­ra”. Onde para evi­tar o erro por exces­so (que abso­l­u­ti­za o Mag­istério) e por defeito (que min­i­miza a sua real­i­dade) sobre este argu­men­to, resumo aqui­lo que escreveu no pas­sa­do [1] e recen­te­mente mons. Brunero Gher­ar­di­ni (cfr. Dis­pu­ta­tiones The­o­log­i­cae) e aqui­lo que se encon­tra nos mel­hores man­u­ais de ecle­si­olo­gia, que serão cita­dos nas notas.

31/03/2016